Prefeitura de Campo Grande lança programa de combate ao analfabetismo de pessoas idosas com início no ano que vem
O combate do analfabetismo de pessoas idosas mediante a oferta do Curso de Alfabetização com proposta pedagógica, terá início já a partir do ano letivo de 2024
Educação

Prefeitura de Campo Grande lança programa de combate ao analfabetismo de pessoas idosas com início no ano que vem

04/09/2023 • 10:05

A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Subsecretaria de Defesa dos Direitos Humanos (SDHU), e em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SEMED), realizou na última sexta-feira (01), no Centro de Convivência de Idosos Vovó Ziza, Bairro Tiradentes, o lançamento do programa “Letramento Faz a Diferença”, no intuito de alfabetizar a população idosa da Capital.

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), dos cerca de 20 mil idosos que residem em Campo Grande, entre 30% e 40% enfrentam o desafio do analfabetismo.

O objetivo do programa é colocar em prática as ações educacionais previstas no Plano Municipal de Educação, Lei Municipal nº 5.565/2.015 (PME), direcionadas as pessoas idosas para diminuir o alto número de pessoas idosas analfabetas, mal que afeta percentual considerável deste perfil populacional em nosso município.

“A alfabetização constitui-se uma poderosa ferramenta para a manutenção, prevenção e/ou recuperação da saúde para qualquer indivíduo. No caso da velhice, esta importância aumenta em situações de indivíduos morando sozinhos, idosos cuidando de idosos, ou de familiares que passam a maior parte do dia longe de seus idosos. Estamos implementando novas ações, trazendo novas possibilidade para os idosos de Campo Grande”, apontou a alfabetização da população idosa”, afirmou a prefeita Adriane Lopes.

O Coordenador de Defesa dos Diretos da Pessoa Idosa da SDHU (Subsecretaria de Defesa dos Direitos Humanos), Cid Pinto, explicou que o programa pretende colocar em prática o que já está previsto em lei e assim garantir a educação das pessoas idosas, especialmente aquelas que enfrentam a falta de letramento ou o analfabetismo. O projeto terá início já a partir do ano letivo de 2024