Em sua primeira exposição Duda Rios utiliza a pintura como forma de expressão, comunicando-se com o mundo
A psicóloga Leandra Marli Rios mais conhecida como Duda Rios, especializada em psicodrama teve a experiência de expor pela primeira vez no Pantanal Express a convite do professor Fernando D’Andréa, também artista plástico. Com o dom desde criança, após alguns anos enfrentou uma dificuldade em sua vida e aprofundou-se na pintura.
Duda conta que se deu a liberdade para criar cenários que remetessem a sua região do Mato Grosso do Sul, mas precisamente focando em sua verdade e alegria, “a noite da exposição foi diferente para mim, pois nunca tive experiência além das vendas. Então, fiz a exposição com foco no tema relacionado ao Pantanal Express, adicionando minha própria temática de vida, que é transmitir alegria e cores.” Relembra a psicóloga.

“O trem representa força e respeito, um transporte que faz com que todos parem pra ele, querendo ou não, porque ele não para. Pra mim representa pregresso e trás novidade. No quadro do viajante do tempo ele é o mensageiro que liga passado presente e futuro. Como psicóloga, valorizo a expressão de sentimentos e incluo a pintura como uma terapia benéfica.”
Segundo Duda, quando chegou a Campo Grande, alguns anos atrás, ficou encantada com a beleza dos trens, e com isso decidiu incorporar as paisagens nas telas e na exposição. Não seguindo um plano rígido, mas sempre se mantendo atualizada e conectada com as pessoas ao seu redor.
“Para cada pessoa, a forma de expressão pode variar – seja na arte, na dança ou na música – o importante é expressar-se. A identidade é uma construção diária, baseada em nossas características individuais e na expressão de sentimentos. Observando a reação de uma criança parada diante de um quadro, percebi a importância de respeitar o tema e criar obras que façam sentido na vida das pessoas. Para mim, a vida é sobre sentido. Se algo não faz sentido, eu simplesmente não faço.” Ressaltou a artista plástica.

